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Confiança do consumidor americano despenca com inflação em alta

A alta da inflação para o maior nível em 40 anos e o receio de uma recessão nos Estados Unidos fizeram a confiança do consumidor despencar e acentuar a queda das bolsas nesta sexta-feira. A prévia de junho do Índice de Sentimento do Consumidor da Universidade de Michigan, divulgada hoje, veio abaixo das expectativas e marcou um novo recorde de baixa.

O índice ficou em 50,2 pontos, o menor desde os anos de recessão de 1980, e bem menos que os 58,1 esperados pelo mercado e dos 58,4 registrados em maio. As expectativas dos consumidores também caíram, para 46,8 pontos, ante 55,3 projetados e os 55,2 pontos de maio. As condições preliminares desabaram de 63,3 em maio para 55,4 em junho, frustrando também os analistas, que esperavam uma queda bem menor, para 62,9 ponto. Só o que subiu foi a projeção para a inflação em um ano, de 5,3% em maio para 5,4% em junho.

A expectativa dos analistas era de 5,3%. Os dados mostram uma piora expressiva das expectativas dos consumidores, que devem ter impacto no consumo e na atividade dos próximos meses. A explicação é a alta da inflação, que em maio atingiu 8,6% em 12 meses, o maior nível desde 1981, o que reduz o poder de compra dos trabalhadores e deve forçar o Federal Reserve, o banco central americano, a subir mais os juros e reduzir a atividade.


Às 14h55, os índices Dow Jones, S&P500 e Nasdaq caíam 2,31%, 2,55% e 3,14%, respectivamente. O Ibovespa perdia 1,11%, aos 105.906 pontos.

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