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Com aliados de Trump, Família Bolsonaro traça estratégia pós-eleições.

Pessoas do círculo íntimo do presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniram com assessores do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.


Eles discutiram os “próximos passos” depois da derrota do chefe do Executivo para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição para o Palácio do Planalto. As informações são do Washington Post.


Eles discutiram os “próximos passos” depois da derrota do chefe do Executivo para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição para o Palácio do Planalto. As informações são do Washington Post.


Segundo apuração do jornal norte-americano, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se encontrou com Trump na casa do republicano na Flórida, o resort Mar-a-Lago. Durante a visita, eles conversaram com aliados políticos do ex-presidente dos EUA para traçar estratégias.


Uma das conversas foi com Steve Bannon sobre o “poder das manifestações pró-Bolsonaro” e “possíveis desafios aos resultados das eleições brasileiras”.


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Ao Washington Post, o ex-assessor de Trump disse que “o que está acontecendo no Brasil é um evento mundial”. Afirmou que as manifestações “foram além da [família Bolsonaro] da mesma forma que nos EUA foi além de Trump”.


Em 21 de outubro, Bannon foi condenado a 4 meses de prisão por desacato ao Congresso dos EUA. O processo foi aberto depois que ele se recusou a cumprir a intimação de depoimento emitida pelo comitê da Câmara que investiga a invasão ao Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.

Ele também não entregou os documentos solicitados.

Por ser um dos principais estrategistas de Trump na eleição presidencial de 2020, o comitê identificou Bannon como um dos atores-chaves da invasão ao Capitólio.


Eduardo Bolsonaro também almoçou com o ex-porta-voz da campanha de Trump, Jason Miller. Com o agora diretor-executivo da rede social Gettr, o 3º filho do presidente brasileiro discutiu “censura on-line” e “liberdade de expressão”.




Miller disse ao Washington Post que Bolsonaro não concorreu contra Lula, mas contra o STF (Supremo Tribunal Federal).

Bannon e alguns aliados de Trump aconselharam o presidente brasileiro a contestar o resultado das eleições. Disseram que a ação “provavelmente falharia, mas encorajaria os manifestantes”.


Na 3ª feira (22.nov), o PL entrou com pedido no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para invalidar os votos registrados no 2º turno em 279 mil urnas eletrônicas. A legenda questionou supostas irregularidades em 5 dos 6 modelos do equipamento usado na disputa presidencial (os de 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015). Só escaparam as 192 mil máquinas fabricadas em 2020.


O ministro Alexandre de Moraes, presidente da Corte Eleitoral, rejeitou o pedido do PL na 4ª feira (23.nov). O magistrado condenou a coligação Pelo Bem do Brasil, que lançou Bolsonaro, ao pagamento de multa de R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé. Também bloqueou o fundo partidário das siglas PL, PP e Republicanos.


Além de Eduardo Bolsonaro, a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) também foi aos EUA depois das eleições brasileiras. Segundo o Washington Post, a congressista tentou reunir apoio internacional depois que suas contas foram suspensas nas redes sociais.

Ao jornal, Zambelli disse que conseguiu o apoio de vários políticos norte-americanos para pedir a restauração de seus perfis.

Ela também tentou fazer uma apelação junto à OEA (Organização dos Estados Americanos). Já a empresa de Miller recorreu à Justiça brasileira para restaurar o perfil da deputada no Gettr.


por Poder 360


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